12/03/2013

Amor de Vida





O amor

Que invade meus sonhos

Que enternece minha alma

Que cuida de tudo em mim.

Todas as manhãs

Quando um leve suspiro me faz

Ver que não sonhei

Que um toque

De mansinho me acorda

E que tua mão é capaz de acarinhar

Minha face

Fazendo com que eu olhe

Fundo em seus olhos

E me perca dentro deles

Que sinta e possa querer

Ver tua alma

E que nela eu possa todos os dias

Enfim descobrir em ti

O que é a alegria de descobrir

O amor.

Esse que me toma e faz com que o sorriso

Baile em meus lábios

E me faça ser tua.

Esse amor

Que toma conta do meu ser

Tornando-me forte

E dependente.

Amor que é a mais pura razão de

Querer dividir tudo com você.

Sonhos, alegrias

Tristezas, duvidas;

E acima de tudo

Dar-te-á minha alma.

08/03/2013

Feliz dia da Mulher!

Cresci tendo sempre mulheres fortes e batalhadores como espelho, mãe, avó e várias tias e acredito que não tenha sido somente eu nesse meio, mas muitas outras cresceram se espelhando em alguém.

Na infância eu ouvi uma música que retrata muito isso de ser mulher e hoje acabei por me lembrar dela.

http://musica.com.br/artistas/ellen-oleria/m/maria-maria/letra.html#video

Maria, Maria de Milton Nascimento na voz de Ellen Oléria.


Maria, Maria, é um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece viver e amar
Como outra qualquer do planeta
Maria, Maria, é o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta

Mas é preciso ter força, é preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria, mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania de ter fé na vida


Desejo a todas as mulheres um Feliz dia para nós, que é comemorado nesta data, mas que na verdade todos os dias são nossos, desde e a hora que levantamos e seguimos em frente.

Bjs e Bom final de semana

06/03/2013

Casual




Sua pele macia
De encontro a minha
Quente em puro êxtase
Como mulher
Amo outra mulher
Como humano
Desejo ser amada
E nossos encontros
São assim
Casuais
Até que eu a leve
Para meu mundo
Não tão perfeita
Mas te aceito de braços abertos
E desejo que fique
Não por uma noite
Mas para sempre
E que você seja parte de mim
E faça-me sorrir
Todas as manhas
Quando contemplar seu rosto
Diante do meu
Amo-te agora
E amarei sempre

Beijo




Conheci o amor assim
Na esquina
Em um beijo
Foi como sentir a alma
Ganhar vida
Depois de tanto tempo nas sombras
Sentir que seu coração
Segue o ritmo alucinado
Que ele bomba fortemente
Que suas mãos suam
E finalmente você esta ali
Amando
Ou desfrutando de um beijo
Gostoso
E mesmo assim você luta
Para que cada dia aquele beijo se repita
E você possa sentir sempre
A mesma emoção do primeiro
Mas engana-se
Pois é sempre melhor
E você se torna dependente
Desse sentimento
E quer mais a cada dia
E sente falta
Quando isso não acontece
Talvez seja por isso
Que o amor
Entranha em nossos poros
Em nossa alma
E nunca mais queremos que se vá

Descaso




Os dias que desejo você
São aqueles em que estou só
Mas a solidão que se abate em mim
É aquela que não deixa espaço
Para ser preenchido por qualquer uma
Apenas por você
Eu gostaria apenas de desfrutar tudo
Ao seu redor
Como se fosse à única vez que pudesse
Finalmente ser feliz
Tudo o que desejo
É ser amada
Apenas por um minuto
E tudo o que tenho são meus sonhos
Recheados de ilusão
De um amor impossível.
Que só eu posso manter
Em algum lugar no meu mundo de caos
E descaso
Onde o amor não tem entrada
Apenas segue seu curso
Se afastando cada vez mais do meu coração
Cedendo espaço para a solidão que toma
Conta de mim e me matem meio viva
Mas que é minha única companhia.

03/03/2013

Caminhos que nos levam para o Amor


Ouvir ela me pedir pra fazer amor fez o meu corpo estremecer... cheguei a perder o ar... e ela percebeu... isso porque respirei bem fundo.

eu: - Paola!

Paola: - Me faz sua Nayara!

Nossa..., senti todos os meus sentidos ficarem aguçados... o som da voz dela invadia meu corpo, me preenchendo de desejo.

Com um abraço, e sem dizer nada, a deitei na cama, me colocando ao seu lado, a olhando fixamente e ela também me olhava... a beijei... e comecei a percorrer seu corpo com minha mãos.
Entre os beijos nos olhávamos e ela sempre sussurrava...

Paola: - Eu sou sua!

Tirei sua blusa, acariciando seus braços e ombros... tirava seu sutiã, enquanto beijava seu pescoço, e segurava seus cabelos, pra poder beijar sua nuca... fazendo ela se arrepiar... e suspirar com um gemido baixinho.

Minhas mãos percorriam suas costas, e minhas unhas arranhavam sua pele, ela me beijava, e esses beijos só eram interrompidos por gemidos e sussurros.

Agora beijava seu corpo... sua barriga... ao redor de seus seios... e os acariciava, até o momento que os abocanhei... sugando o bico, fazendo ela puxar meus cabelos e sussurrar...

Paola: - Ain que delícia Nay!
Beijei seus seios com carinho... enquanto sentia as mãos macias da Paola puxarem meus cabelos... e ouvia sua voz doce e sensual de menina-mulher.

Percorrendo seu corpo com meus lábios, comecei a tirar sua calça, e depois que a tirei, beijei suas pernas, suas coxas, sua virilha e seu sexo por cima da calcinha... ela sussurrou sorrindo.

Paola: - Me faz sua Nayara... me faz sentir mulher!

desci sua calcinha lentamente, passando minhas unhas em suas pernas e ela me devorava com os olhos...
Me coloquei ao seu lado e comecei a massagear seu sexo... enquanto beijava. Ela abriu bem as pernas e começou a se remexer na cama enquanto eu massageava seu clitóris, que estava saltado de tanto tesão.

Paola: - Você me deixa louca de prazer!
sussurrou, ofegante, enquanto inclinava a cabeça pra trás.

encostei meus lábios no seu ouvido e comecei a sussurrar...

eu: - Só quero ti fazer minha... só minha!

Continuava massageando seu sexo, e ela se contorcia sussurrando.

Paola: - Eu sou sua meu amor... toda sua. É só você quem me faz gozar gostoso!

ela gemia, me excitando.

eu: - Então geme meu amor..., relaxa e geme bem gostoso pra mim.
começou a gemer chamando pelo meu nome, e o meu sexo começou a pulsar.

eu: - Seu gemido me deixa louca de tesão... 

ela mais uma vez gemeu chamando por mim.

eu: - Assim você me deixa louca!

Paola: - Ain Nay... me faz gozar meu amor!

ela falava entre gemidos e eu continuava a massagear seu sexo.

eu: - Quero você louquinha de tesão... só aí vou ti lamber todinha.

Paola: - Ain amor... me lambe!

eu: - Que delícia... geme pra mim vai!

sentia seus sexo pulsando cada vez mais.

Paola: - Por... favor!! ... Me lambe... me faz gozar!

pediu gemendo de um jeito ainda mais excitante.

Não tive como negar e cai de boca no seu sexo... ela abriu bem as pernas, dobrando os joelhos, deixando seu sexo bem aberto, e eu coloquei dois dedos nela... 

...ela estava completamente molhada... eu a lambia com vontade, enquanto ela gemia, não demorou muito... e com um sussurro gostoso, ela gozou!
Abracei seu corpo... ela estava muito quente, e ainda ofegante.

Paola: - Só você me faz sentir assim!
falou sorrindo.

eu: - Espero que continue assim pra sempre!

sorri e enquanto ela recuperava as força, eu acariciava seu corpo e a beijava, carinhosamente.

Ficamos assim por um tempo.

Paola: - Estou com fome já!

eu:- E a senhorita, que pensa em tudo, pensou onde vamos almoçar?

ela sorriu.

Paola: - Claro que sim. Não brinco em serviço. 

comecei a rir também.

eu: - Minha namorada é realmente muito competente.

ela continuou rindo.

Paola: - Tem um restaurante aqui perto. Vamos almoçar, jantar e tomar café da manhã lá.

eu: - Nossa... e lá tem tudo isso?
perguntei brincando e roubando um beijo dela.

Paola:- Tem sim... e se não tiver, agente vive de amor!
agora ela quem me roubou um beijo.

Paola: - Vamos almoçar? ... estou com fome!

eu: - Vamos sim. Fazer amor com você me deu muita fome.

Paola: - Ainda nem começamos.
disse sorrindo e piscando com um olho pra mim, eu sorri de volta.

Nos preparamos, e seguimos, caminhando, até o restaurante... Bem, não era bem um restaurante, mas era bem agradável.

Sentamos em um cantinho, onde tínhamos a visão da praia e pedimos nosso almoço, mas antes, um vinho pra abrir ainda mais o apetite. 
O almoço estava realmente muito gostoso, porém não mais do que a companhia da Paola.

Terminamos o almoço, e pouco depois voltamos para o chalé... antes de entrarmos a Paola me convidou...

Paola: - Vamos ficar aqui fora um pouco, curtindo essa brisa gostosa?

eu: - Por mim tudo bem!

Paola: - Oba!

sorriu e eu acabei rindo dela.

Paola: - Agora vou pegar só duas coisinha que trouxe, e ai fica tudo perfeito.

eu: - O que meu amor?

Paola: - Calma linda, fica quietinha aí que você já vê! 
disse caminhando em direção ao chalé, e eu fiquei a olhando.
Ela demorou um pouco, e eu acabei sentando na praia, pra esperá-la.

Paola: - Sentiu saudades?
perguntou quando se aproximou, trazendo o violão, uma garrafa de vinho e taças.

eu: - Devia ter me pedido ajuda!
disse segurando as taças enquanto ela se sentava ao meu lado.

Paola: - E acabar com toda a magia do momento?! Nunca.

disse sorrindo e eu achei super fofo.

eu: - Outro vinho? Você quer me ver bêbada?

Paola: - Talvez, quem sabe!
brincou e veio me beijar.

eu: - E o violão?

Paola: - Vou tocar pra você! ... Lembra que ti falei que queria tocar pra você, na bera da praia?... então, estou realizando meu desejo e cumprindo minha promessa!

eu: - Que linda você meu amor!...
a beijei.
... Vai tocar o que? 

Paola: - Nossa música!

Ela falava da música que dançamos pela primeira vez, a que ela tocou no piano pra mim... "The scientist" (coldplay).

Servi nossas taças e ela começou a tocar violão... Como ela ficava linda tocando, e a sua voz era limpa, suave, gostosa de ouvir. O sol batendo em seus cabelos ruivos, conseguiam fazê-la ficar ainda mais linda.

Me derretia de amores, enquanto bebia o vinho, a olhando e ouvindo ela tocar e cantar pra mim.
Era um cenário perfeito, um clima perfeito... com uma namorada mais que perfeita!
Esse era de longe, o melhor fim de semana da minha vida.

Paola: - Gostou meu amor?
perguntou depois que acabou de cantar pra mim.

sorri, sem palavras.

eu: - Mais que gostei, eu amei Paola.

ela veio sorrindo e me beijou.
Um beijo calmo, doce... senti seus lábios nos meus... senti ela morder o cantinho da minha boca, e sua língua brincar com a minha. 

Paola: - Só quero que esse fim de semana seja inesquecível.

disse me olhando no fundo dos olhos.

eu: - Ele está sendo. Você tá conseguindo me fazer te amar, cada segundo mais.

ela sorriu, voltando me beijar... seus lábios doces me faziam sentir nas nuvens.

eu: - Te amo!

sussurrei enquanto, brevemente, nos afastamos do beijo, ainda com os rostos colados.

Paola: - Também te amo Nay!

Ficamos na praia o resto da tarde, a Paola tocando violão, bebemos vinho e assistimos ao pôr do sol. 
Estava tão feliz que toda essa felicidade, já nem cabia dentro do meu peito.

Jantamos no mesmo restaurante que almoçamos, a comida lá era deliciosa, um pouco apimentada, mas isso só aumentava o clima de excitação entre nós duas.

eu: - Vamos embora de que horas?
perguntei assim que voltamo para o chalé.

Paola: - Bem cedo, tenho que trabalhar a tarde.

eu: - Eu também! 

Paola; - Mas a noite pra nós duas, ainda vai ser longa!
disse me abraçando pela cintura e puxando pra cama.

eu: - Você tem planos?
perguntei fazendo charminho.


Cumplicidade




Sinto,

Choro,

Rio,

E desejo,

E tudo isso com você

Olho a marca em suas costas

E fico imaginando

Como a figura em teu corpo

Retratam nosso momento

Quando nos abraçamos

Beijamos-nos

E finalmente nos entregamos

A este momento tão nosso

O carinho que brota em seu olhar

E se enraíza em mim

Fortalecendo os laços

Que nos uniram no acaso

No momento em que pensávamos em desistir

E ainda assim

Fomos unidas por pessoas

Que ainda acreditavam que poderíamos

Enfim,

Dar vazão a esse sentimento

Que ainda tocaria nossos corações

E nos faria querer cada dia mais.

E hoje eu sei

Que esses sentimentos fortalecem

E nos tornam especiais.

28/02/2013

Meio Desligada




Assim meio desligada
Sem saber aonde ir
Até que encontrei você
De um acaso
De versos e prosas
Você veio até a mim
Ainda sem saber como
Ou se deveria tentar
Mas com seu jeito doce
Conseguiu
Conquistar minha atenção
E desde então
Somos mais ou menos assim
Unha e carne
Palavras sempre presentes
Presença ainda ausente
Mas querer sem fim
Podemos passar um segundo
Mas não mais que um dia
Sem querer uma a outra
Desejos ainda obscuros
Ou incertos
Mas a decisão final
Será um dia, quem sabe.
Sobre a luz do sol escaldante
A tocar seu rosto ou o meu
Ou quem sabe o frio das montanhas
Ao som do vento
Que canta e encanta seu nome e o meu.
Das incertezas do tempo
Fazemos à certeza do dia.
Com um encontro apenas
Ou com vários ao longo da vida.
Quem sabe esse dia chegue
Ou já tenha chegado.
Depende das formas
E da vontade,
Pois o querer existe.
E é ele que impulsiona a vida
A nossa.

27/02/2013

Caminhos que nos levam para o Amor

Cont. TEM UMA PARTE ANTES

Volto a FRISAR, este conto pode ser lido
 http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=16369217&tid=5593167208191934560




senti meu corpo arrepiar, a voz dela além de excitante, era doce como mel.

Minha resposta veio através de um sorriso, seguido de um beijo.

Nos levantamos, e de mãos dadas, em silêncio, fomo até o quarto.
Ainda de pé, já no quarto... Abraçadas, dançávamos como se ouvíssemos uma música, talvez uma música que viesse da batida de nossos corações.
Meus braços envolviam seu corpo, e as mãos dela me acariciavam o rosto e a nuca, enquanto de rosto colado, continuávamos a dançar ouvindo o silêncio.

Tirei sua blusa e ela tirou a minhas, voltamos a nos abraçar, sentindo uma o corpo da outra, nosso calor, calor que tomava conta de nós duas. beijava sua pele, macia e perfumada, tirei seu sutiã e acariciei seus seios, fiz isso com delicadeza, e senti o corpo dela se arrepiar, a fazendo respirar forte, enquanto mexia em meus cabelos, e me olhava passar a língua no bico de seus seios.

ela tirou meu sutiã... e abraçadas, nos deitamos, me coloquei encima dela, e beijei seu pescoço, sussurrando que a amava, e ela correspondeu com outro sussurro, também dizendo que me amava.

beijei sua barriga, que a cada dia ficava mais linda, e fui tirando sua calça, ela me olhava, mordendo os próprios lábios, e sorrindo como boba.
Abri suas pernas, me coloquei entre elas, e beijei seu sexo sem pressa, ela relaxou completamente, e rebolava com calma, ficando completamente molhada. Não tive pressa em faze-la gozar, lambi seu sexo, aproveitando cada centímetro dele, e ela rebolava lentamente.
Beijava seu sexo, sugando todo seu mel, e ela gemia baixinha, enquanto passavas as mãos em seu próprio corpo. Aumentei o ritmo, e ela reagiu gemendo mais alto, e puxando os lençóis da cama. 

Sussurrando, pediu que a fizesse gozar, e eu fiz o que ela me pediu, lambi seu sexo até que ela se contorceu, e logo em seguida perdeu as forças, me dizendo que havia gozado.

De joelhos, entre suas pernas, fiquei a olhando, e ela me puxou, me deitando, e sentando em mim, com suas pernas entre minha cintura... segurei suas coxas, e fiquei a olhando; e ela fazia o mesmo... sorrindo, me olhando, com os cabelos ruivos caídos por cima do ombro.

eu: - Você é linda!

falei lentamente, como se falar isso fosse como sentir o sabor do mel.

Paola: - Eu sou só sua!

Veio me beijar, colando seu rosto no meu, me fazendo perder o ar.

Segurou minhas mãos acima da cabeça, e veio passando as pontas das unhas dos meus pulsos, braços, até minha barriga... arrepiada eu sorri dizendo...

eu: - Assim você me deixa louca!

ela riu, mordendo meu pescoço.

Paola: - Pensei que você já estivesse louca.

sorri.

eu: - Louca, completamente louca por você!

ela desabotoou minha calça, e me olhou com um rostinho sapeca.

eu: - O que você vai fazer?

perguntei sorrindo.

Paola: - Nada que você não queira.

brincou enquanto me deixava completamente nua.
Deitando seu corpo sobre o meu, ela se encaixou entre minhas pernas, deixando nossos sexos em contato, e começou a faze-los entrar em atrito... com um movimento constante, suave, sentia seu sexo molhado, no meu sexo, ainda mais molhado.

Nos beijávamos com vontade, com nossos seios espremidos por um abraço quente, e o nosso corpo que continuava a entrar em atrito, de forma deliciosa. Meu sexo estava completamente molhado, e pulsava sempre que a Paola, só pra me torturar, gemia bem perto do meu ouvido.

Meu corpo tomado pelo tesão, enlouqueceu ainda mais quando a Paola começou a lamber meu sexo, com sua língua úmida e macia, ela sabia exatamente o que fazia, me deixando ao ponto de explodir de tanto tesão. 

Nesse ritmo excitante, gozei de forma incontrolável, sentindo todo meu corpo estremecer.
Abraçadas na cama, nos beijávamos o curtíamos um frio bem gostoso embaixo do lençol, mesmo ainda sendo de dia, e o aquecedor estando ligado, a casa do Nick era bastante fria.

Paola: -Tô com fome amor.

disse me olhando com uma carinha de pidona.

sorri.

eu: - O que quer comer?

ela riu.

Paola: - Comprou alguma massa?

Eu sabia que ela ia acabar me pedindo alguma massa, a Paola era brasileira, com descendência espanhol, mas parecia uma italiana viciada em massa.

sorri.

eu: - Claro que comprei, conheço os gostos da minha mulher.

Paola: - Uau... Minha mulher! ... Ai amor, me arrepiei todinha!

falou sorrindo e me beijando.

eu: - Boba, e você não é minha mulher?

Paola: - Sua, só sua. Mas você nunca tinha falado assim. Me deixou até excitada!

sorri.

eu: - Vou falar mais vezes então.

falei beijando o pescoço dela, que logo voltou a dizer.

Paola: - E minha massa?!

a olhei.

eu: - Vou por no microondas, já volto!

antes que eu saísse da cama, ela me puxou, me beijou e sussurrou que me amava.

eu: - Também ti amo minha linda!

sorri.

Ela me deixava toda boba.
Paola: - Amor eu pensei em um nome pro bebê.

entrou na cozinha falando.

eu: - Qual?

Paola: - Sempre gostei do nome Gabriel.

eu: - Mas vai ser menina amor, já falei pra você.

ela riu.

Paola: - Então pode se chamar Gabriela!

sorri.

eu: - Gostei amor... minha Gabi!

ela riu.

Paola: - Gostou mesmo?

a abracei.

eu: - Claro! ... Gabriela... nome lindo pra uma ruivinha fofa.

ela continuou a sorrir.

Paola: - E minha comida?

Impressionante como a Paola ficava quando estava com fome.

sorri.

eu: - Senta amor, eu ti sirvo.

Não esperou nem que eu terminasse de falar, já estava sentada.

Servi nosso almoço, e a Paola parecia comer por três... me divertia com a fome dela, e o jeito que sempre se lambuzava ao comer.

comecei a rir, e ela perguntou.

Paola: - Do que você tá rindo amor?

eu: - De você, tá toda lambuzada.

falei observando molho de tomate no queixo dela.

Paola: - Estou?

Passei o guardanapo.

eu: - Agora não tá mais.

ela riu.

Paola: - Sua chata, fica rindo de mim.

eu: - É que você é a menina mais linda desse mundo, e fica muito fofa lambuzada.

Paola: - Ain, fala assim não amor, eu tô sensível, fico querendo beijo.

eu: - Não é sacrifício nenhum pra mim ti beijar.

falei segurando sua mão, e beijando.

Paola: - Meu sorvete amor, onde tá?

mais uma vez sorri.

eu: - Termine de comer, e eu pego pra você!

Ela era a Grávida comilona mais fofa do mundo.
Ficamos na sala, tomando sorvete, no calor da lareira, com nossos violões. 

eu: - Vou cantar pra Gabi quando ela nascer.

ela sorriu.

Paola: - Que música?

eu: - A nossa música!

Paola: - Canta pra ela então.

pediu com um sorriso bobo, e eu fiz o que ela pediu. Cantei nossa música, a olhando... e ela com aquele olhar feliz, um olhar doce e carinhoso, que fazia meu coração bater forte.

Paola: - Ela tá mexendo amor, encosta aqui.

Encostei meu rosto na barriga dela, e comecei a falar.

eu: - Você gostou da música Gabi? Vou cantar sempre pra você e pra sua mãe, os dois amores da minha vida!

olhei a Paola, e ela chorava.

eu: - Que foi amor?

perguntei enxugando as lágrimas dela com beijos.

Paola: - Eu tô tão feliz!

sorri, a abracei e ela encostou a cabeça no meu ombro.

Paola: - Você não sabe o quanto me faz feliz quando fala assim com meu bebê.

eu: - Nosso bebê amor... nosso bebê!

ela continuava a chorar.

eu: - Agora para de chorar, eu gosto de ti ver sorrindo como boba, minha boba!

ela riu, e me beijou... um beijo salgado pelas lágrimas e ao mesmo tempo doce, pelo afeto que tinha nele.
Ficamos namorando, e curtindo uma a a outra, era um fim de semana só nosso, um momento que sempre iríamos lembrar, assim como o primeiro fim de semanas que passamos juntas, ou a primeira viagem que fizemos, esses momentos que fazem com que nossas vidas ganhem muito mais sentido.

O sábado passou tão rápido, provavelmente porque estávamos nos divertindo. Com a ajuda da Paola, preparei um jantar com salada e camarão, bem simples, mas bem saboroso, ela devorou tudo, como sempre. Depois ficamos na sala, conversando, namorando, ouvindo música, e sentindo o calor da lareira.

No domingo, me acordei um pouco mais cedo e caprichei no café da manhã, coloquei tudo que eu sabia que a Paola gostava, até pensei que tinha exagerado, mas não, porque ela estava comendo por duas, e duas que comiam muito bem. Ela praticamente devorou o pote de geleia, só não fez isso porque eu não deixei.

A Paola se divertiu muito, matando a saudades que tinha de tocar piano, e de certa forma ela matava a saudades que eu tinha em vê-la e ouvi-la tocar. Foi um fim de semana perfeito, esquecemos o mundo lá fora... me impressionava com o quanto eramos cúmplices, com o quanto nos bastava apenas a companhia uma da outra.

No começo da noite voltamos pra casa, e a Paola chegou bem cansada, tomamos um banho quente, juntas, em um clima super gostoso de romance, e trocamos muitas carícias antes de dormimos, pra acordar pra mais uma semana de estudo e trabalho.
O tempo parecia estar passando mais rápido, na quinta-feira daquela semana, minha mãe confirmou sua chegada pra o sábado da próxima semana, e marcamos uma consulta para a Paola, um dia antes da chegada da minha mãe, estávamos prestes a descobrir o sexo do bebê.

Eu e o Pai da Paola conversávamos cada vez mais, principalmente quando ela não estava por perto... ele sempre falava muito da mulher, era notável o quanto ele à amava, e de certa forma era admirável que depois de tantos anos ele ainda amasse tanto a mesma mulher, pensei que gostaria de ser assim no futuro, ainda sentir meu coração bater forte pela Paola, sentir que ela nunca deixou de ser parte de mim.

Conforme foi se aproximando o dia da consulta com a obstetra, a ansiedade, tanto da Paola quanto à minha, aumentava. E um dia antes da consulta, quase não dormimos, fazendo mil planos.

Fim de tarde de uma sexta-feira um pouco fria em Madrid, passei pra pegar a Paola no trabalho, um pouco mais cedo que o de costume, íamos a clínica, poucos minutos nos separavam de ter a confirmação do sexo do bebê, e era visível a ansiedade entre nós duas.

Paola: - Acha mesmo que vai ser menina?

perguntou séria e eu sorri.

eu: - Acho.

Paola: - E se for menino?

continuei sorrindo.

eu: - Vai ser um menino lindo, e muito amado.

Chegamos na clínica, e a Médica nos cumprimentou sorrindo.

Médica: - Então meninas, pronta pra ouvirem o coração do bebê?

a Paola sorriu como boba.

eu: - Estamos pronta sim!

falei também sorrindo.
Médica: - Está nervosa Paola?

perguntou a olhando, já deitada na cama.

Paola: - Só ansiosa.

Médica: - Então se acalma que a sua ansiosidade vai acabar.

Ela preparou a Paola, e depois começou a ultrassom... em silêncio, e na expectativa, eu a Paola olhávamos para a tela. Foi quando ouvimos o coraçãozinho do bebê bater.

Médica: - Tá ouvindo coração do seu filho mãe?

A Paola, emocionada, não respondia a nada, apenas chorava, e eu me segurei pra não fazer o mesmo. Em silêncio, senti uma emoção, uma energia boa e inexplicável.

Médica: - Querem saber o sexo?

eu olhei pra Paola, que ainda chorava, com um sorriso no rosto... um sorriso perfeito.

eu: - Queremos muito!

A médica sorriu com a minha empolgação.

Médica: - Você acha que é o que?

sorri dizendo...

eu: - Uma menina!

ela sorriu.

Médica: - Paola, você vai ter uma menininha!

Não aguentei a emoção, e chorei, beijando o rosto da Paola e dizendo...

eu: - Sabia, vai ser uma princesinha, uma menininha linda como você meu amor.

nos beijamos.

A médica nos olhava sorrindo, acho que uma sena daquela não devia ser muito comum pra ela.

Paola: - Uma menina amor.

eu: - Nossa princesa Paola, nossa menina!

continuávamos emocionadas, nos beijando, entre sorriso, e lágrimas de felicidades. Não sabia de onde vinha tanta emoção, mas eu me sentia tão feliz, que era impossível conter as lágrimas.
Sai da sala e deixei a Paola se arrumando, e a Médica veio falar comigo.

Médica: - Todo esse tempo, nunca senti tanta emoção em uma consulta como hoje. Estou impressionada com o elo entre vocês duas, agora entre vocês três.

ela disse sorrindo.

eu: - Eu também não pensei que fosse me emocionar tanto.

falei ainda eufórica.

Médica: - Era como se você também estivesse grávida.

sorri.

eu: - Nunca pensei desse jeito.

Médica: - Me admira a forma que você trata a Paola, e que cuida dela, acho isso bonito, e essencial na gestação do bebê. Nunca vi um pai emocionado como você ficou hoje, isso é um ensinamento pra mim.

eu: - Imagino que eu e a Paola não seguimos o padrão de família que a senhora tem costume de acompanhar.

ela riu.

Médica: - Se eu dissesse que sim, estaria mentindo. Mas posso dizer que vocês fogem o padrão de um jeito muito especial, e comovente. Meus parabéns!

sorri.

eu: - Obrigada!

A Paola se aproximou.

Paola: - Com fome amor.

ela disse encostando a cabeça no meu ombro.

eu: - Vamos jantar, o que você quer comer?

Paola: - Arroz com queijo e peixe.

sorri.

eu: - Não faço a menos ideia de onde vamos arrumar isso.

a médica acabou rindo também.

Paola: - Vamos dar um jeito?

ela perguntou me olhando com uma carinha fofa de menina pidona.

sorri olhando pra médica e falei.

eu: - Viu só doutora, ela é sempre assim!

rimos.

Paola: - Sou nada. 

disse brincando.

Nos despedimos da médica, e fomos à um restaurante perto do trabalho da Paola, ela conhecia o dono, e certamente conseguiria comer o que queria. Os desejos da Paola eram as vezes meio louco, mas quando ela misturava as coisas no prato, parecia ser a refeição mais deliciosa do mundo.
Durante o jantar fizemos planos em relação ao enxoval da nossa menina, e também em prepara um quarto pra ela. Agora que tínhamos certeza do sexo, podiamos fazer mil planos.

Depois do jantar, passamos no flat do pai da Paola, e contamos sobre a menina, marcamos de comemorar no outro dia, com a presença da minha mãe que estava vindo passar uns dias em Madrid.

Voltamos pra casa, e agora a comemoração era nossa, com muito beijo, abraço e carinho debaixo dos lençóis.
Mais um dia em Madrid, mas era um dia com um sabor especial para mim. No dia anterior tivemos a confirmação de que o nosso bebê era de fato uma linda menininha. 

Passamos uma noite linda, de muito carinho, fizemos amor de um jeito especial, as duas tomadas por um sentimento bobo e inexplicável de felicidade. Hoje minha mãe estava chegando do Brasil, e vindo me presentear com sua presença.

Contei os minutos durante a manhã, a espera de que as horas se passassem de forma mais rápida, e depois de almoçarmos, eu e a Paola seguimos até o aeroporto. Aguardamos um pouco a mais do previsto, o vôo estava atrasado. Mas um horas depois do horário, enfim, minha mãe nos encontrou no saguão. 

Ela parou, e ficou me olhando, e a Paola, um pouco mais atrás de mim, ficou nos observando. Fui até minha mãe e a abracei.

Eu: - Que saudades da senhora Mãe!

Andréa: - Eu quem estava morrendo de saudades!

Nos olhamos.

Eu: - Estou tão feliz por a senhora ter vindo.

Disse pegando na mão dela.

Andréa: - Só estava esperando uma oportunidade pra vir matar as saudades.

Ela olhou pra Paola.

Andréa: - Essa mocinha sorridente, é a Paola?!

Perguntou indo cumprimentá-la.

Eu: - É sim mãe.

Ela abraçou a Paola, as duas sorrindo.

Paola: - Muito prazer em conhecer-la dona Andréa.

Andréa: - Prazer o todo meu, mas chama só de Andréa.

Rimos.

A minha mãe me olhou, de braços dados com a Paola.

Andréa: - Ela é ainda mais encantadora pessoalmente.

Eu: - Muito mais!

A Paola ficou vermelha.
Andréa: - Olhando vocês duas, vejo uma felicidade que se vê em poucos casais.

A Paola continuava vermelha.

Eu: - Somo felizes juntas mãe, e agora com a Gabriela, vamos ser ainda mais felizes.

Andréa: - Gabriela?

Perguntou sem entender.

Paola: - É o nome da minha filha.

Explicou passando a mão na barriga.

Eu: - Nossa filha amor.

A Paola sorriu e corrigiu, dizendo “Nossa filha”.

Andréa: - Então é mesmo uma menininha?

Eu: - Eu já sabia que seria. E ela vai ser...

Andréa: - ...Linda e ruiva como a mãe.

Disse me completando, e voltamos a rir.

Eu: - Acho que já falei isso alguma vez pra senhora.

Andréa: - Algumas.

Rimos.

Andréa: - Vamos tomar um café, estou cansada, e com sono, um café vai me 
despertar.

Eu: - Vamos sim mãe.

Peguei o carrinho com as bagagens da minha mãe e fomos pra um café, no aeroporto mesmo.
Nos sentamos e logo eu comecei a perguntar sobre a vida no Brasil, como estavam as pessoas.

Eu: - E o tio Pedro, porque não veio?

Andréa: - Você sabe que fica difícil, tanto pra mim como pro seu tio, tirar dois recessos no mesmo ano.

Eu: - Eu sei mãe. Mas ele tá bem?

Andréa: - Tá feliz, tá apaixonado. 

Eu: - O tia tá namorando de novo?

Andréa:- Ele não me disse nada, mas eu imagino que sim.

Eu: - E as meninas, minhas amigas. Você tem notícia delas?

Andréa: - Não só tenho, como a Flávia teve lá em casa e me deixou encarregada de trazer algumas cartas e lembranças pra você.

Eu: - Mesmo mãe?

Andréa: - Tá tudo na minha bolsa, depois ti entrego.

Enquanto eu falava, minha mãe olhava a barriga da Paola, então perguntei.

Eu: - O que a senhora tanto olha mãe?

Ela colocou a mão na barriga da Paola, e disse olhando pra ela.

Andréa: - Filha, sua barriga tá linda, que Deus abençoe vocês duas.

A Paola sorriu.

Paola: - Muito abrigada, sua filha cuida super bem de mim.

Acabei rindo.

Eu: - Tenho que tomar conta, se não ela não come direito, ou come só besteira.

Andréa: - Então você tem mesmo que cuidar dela.

Paola: -A Nayara tá exagerando, eu até que me alimento direitinho.

Eu: - Isso porque eu fico encima de você meu amor.

Rimos.
Depois do café, fomos pra casa. Minha mãe gostou das mudanças que havíamos feito nos últimos tempos.

Andréa: - O apartamento tem o jeito de você duas.