Cont. TEM UMA PARTE ANTES
Volto a FRISAR, este conto pode ser lido
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senti meu corpo arrepiar,
a voz dela além de excitante, era doce como mel.
Minha resposta veio através de um sorriso,
seguido de um beijo.
Nos levantamos, e de mãos dadas, em silêncio,
fomo até o quarto.
Ainda de pé, já no
quarto... Abraçadas, dançávamos como se ouvíssemos uma música, talvez uma música
que viesse da batida de nossos corações.
Meus braços envolviam seu corpo, e as mãos dela
me acariciavam o rosto e a nuca, enquanto de rosto colado, continuávamos a
dançar ouvindo o silêncio.
Tirei sua blusa e ela tirou a minhas, voltamos a
nos abraçar, sentindo uma o corpo da outra, nosso calor, calor que tomava conta
de nós duas. beijava sua pele, macia e perfumada, tirei seu sutiã e acariciei
seus seios, fiz isso com delicadeza, e senti o corpo dela se arrepiar, a
fazendo respirar forte, enquanto mexia em meus cabelos, e me olhava passar a
língua no bico de seus seios.
ela tirou meu sutiã... e abraçadas, nos
deitamos, me coloquei encima dela, e beijei seu pescoço, sussurrando que a
amava, e ela correspondeu com outro sussurro, também dizendo que me amava.
beijei sua barriga, que a cada dia ficava mais
linda, e fui tirando sua calça, ela me olhava, mordendo os próprios lábios, e
sorrindo como boba.
Abri suas pernas, me coloquei entre elas, e
beijei seu sexo sem pressa, ela relaxou completamente, e rebolava com calma,
ficando completamente molhada. Não tive pressa em faze-la gozar, lambi seu
sexo, aproveitando cada centímetro dele, e ela rebolava lentamente.
Beijava seu sexo, sugando
todo seu mel, e ela gemia baixinha, enquanto passavas as mãos em seu próprio
corpo. Aumentei o ritmo, e ela reagiu gemendo mais alto, e puxando os lençóis
da cama.
Sussurrando, pediu que a fizesse gozar, e eu fiz
o que ela me pediu, lambi seu sexo até que ela se contorceu, e logo em seguida
perdeu as forças, me dizendo que havia gozado.
De joelhos, entre suas pernas, fiquei a olhando,
e ela me puxou, me deitando, e sentando em mim, com suas pernas entre minha
cintura... segurei suas coxas, e fiquei a olhando; e ela fazia o mesmo...
sorrindo, me olhando, com os cabelos ruivos caídos por cima do ombro.
eu: - Você é linda!
falei lentamente, como se falar isso fosse como
sentir o sabor do mel.
Paola: - Eu sou só sua!
Veio me beijar, colando seu rosto no meu, me
fazendo perder o ar.
Segurou minhas mãos acima da cabeça, e veio
passando as pontas das unhas dos meus pulsos, braços, até minha barriga...
arrepiada eu sorri dizendo...
eu: - Assim você me deixa louca!
ela riu, mordendo meu pescoço.
Paola: - Pensei que você já estivesse louca.
sorri.
eu: - Louca, completamente louca por você!
ela desabotoou minha calça, e me olhou com um
rostinho sapeca.
eu: - O que você vai fazer?
perguntei sorrindo.
Paola: - Nada que você não queira.
brincou enquanto me deixava completamente nua.
Deitando seu corpo sobre o
meu, ela se encaixou entre minhas pernas, deixando nossos sexos em contato, e
começou a faze-los entrar em atrito... com um movimento constante, suave,
sentia seu sexo molhado, no meu sexo, ainda mais molhado.
Nos beijávamos com vontade, com nossos seios
espremidos por um abraço quente, e o nosso corpo que continuava a entrar em
atrito, de forma deliciosa. Meu sexo estava completamente molhado, e pulsava
sempre que a Paola, só pra me torturar, gemia bem perto do meu ouvido.
Meu corpo tomado pelo tesão, enlouqueceu ainda
mais quando a Paola começou a lamber meu sexo, com sua língua úmida e macia,
ela sabia exatamente o que fazia, me deixando ao ponto de explodir de tanto
tesão.
Nesse ritmo excitante, gozei de forma
incontrolável, sentindo todo meu corpo estremecer.
Abraçadas na cama, nos
beijávamos o curtíamos um frio bem gostoso embaixo do lençol, mesmo ainda sendo
de dia, e o aquecedor estando ligado, a casa do Nick era bastante fria.
Paola: -Tô com fome amor.
disse me olhando com uma carinha de pidona.
sorri.
eu: - O que quer comer?
ela riu.
Paola: - Comprou alguma massa?
Eu sabia que ela ia acabar me pedindo alguma
massa, a Paola era brasileira, com descendência espanhol, mas parecia uma
italiana viciada em massa.
sorri.
eu: - Claro que comprei, conheço os gostos da
minha mulher.
Paola: - Uau... Minha mulher! ... Ai amor, me
arrepiei todinha!
falou sorrindo e me beijando.
eu: - Boba, e você não é minha mulher?
Paola: - Sua, só sua. Mas você nunca tinha
falado assim. Me deixou até excitada!
sorri.
eu: - Vou falar mais vezes então.
falei beijando o pescoço dela, que logo voltou a
dizer.
Paola: - E minha massa?!
a olhei.
eu: - Vou por no microondas, já volto!
antes que eu saísse da cama, ela me puxou, me
beijou e sussurrou que me amava.
eu: - Também ti amo minha linda!
sorri.
Ela me deixava toda boba.
Paola: - Amor eu pensei em
um nome pro bebê.
entrou na cozinha falando.
eu: - Qual?
Paola: - Sempre gostei do nome Gabriel.
eu: - Mas vai ser menina amor, já falei pra
você.
ela riu.
Paola: - Então pode se chamar Gabriela!
sorri.
eu: - Gostei amor... minha Gabi!
ela riu.
Paola: - Gostou mesmo?
a abracei.
eu: - Claro! ... Gabriela... nome lindo pra uma
ruivinha fofa.
ela continuou a sorrir.
Paola: - E minha comida?
Impressionante como a Paola ficava quando estava
com fome.
sorri.
eu: - Senta amor, eu ti sirvo.
Não esperou nem que eu terminasse de falar, já
estava sentada.
Servi nosso almoço, e a Paola parecia comer por
três... me divertia com a fome dela, e o jeito que sempre se lambuzava ao
comer.
comecei a rir, e ela perguntou.
Paola: - Do que você tá rindo amor?
eu: - De você, tá toda lambuzada.
falei observando molho de tomate no queixo dela.
Paola: - Estou?
Passei o guardanapo.
eu: - Agora não tá mais.
ela riu.
Paola: - Sua chata, fica rindo de mim.
eu: - É que você é a menina mais linda desse
mundo, e fica muito fofa lambuzada.
Paola: - Ain, fala assim não amor, eu tô
sensível, fico querendo beijo.
eu: - Não é sacrifício nenhum pra mim ti beijar.
falei segurando sua mão, e beijando.
Paola: - Meu sorvete amor, onde tá?
mais uma vez sorri.
eu: - Termine de comer, e eu pego pra você!
Ela era a Grávida comilona mais fofa do mundo.
Ficamos na sala, tomando
sorvete, no calor da lareira, com nossos violões.
eu: - Vou cantar pra Gabi quando ela nascer.
ela sorriu.
Paola: - Que música?
eu: - A nossa música!
Paola: - Canta pra ela então.
pediu com um sorriso bobo, e eu fiz o que ela
pediu. Cantei nossa música, a olhando... e ela com aquele olhar feliz, um olhar
doce e carinhoso, que fazia meu coração bater forte.
Paola: - Ela tá mexendo amor, encosta aqui.
Encostei meu rosto na barriga dela, e comecei a
falar.
eu: - Você gostou da música Gabi? Vou cantar
sempre pra você e pra sua mãe, os dois amores da minha vida!
olhei a Paola, e ela chorava.
eu: - Que foi amor?
perguntei enxugando as lágrimas dela com beijos.
Paola: - Eu tô tão feliz!
sorri, a abracei e ela encostou a cabeça no meu
ombro.
Paola: - Você não sabe o quanto me faz feliz
quando fala assim com meu bebê.
eu: - Nosso bebê amor... nosso bebê!
ela continuava a chorar.
eu: - Agora para de chorar, eu gosto de ti ver
sorrindo como boba, minha boba!
ela riu, e me beijou... um beijo salgado pelas
lágrimas e ao mesmo tempo doce, pelo afeto que tinha nele.
Ficamos namorando, e
curtindo uma a a outra, era um fim de semana só nosso, um momento que sempre
iríamos lembrar, assim como o primeiro fim de semanas que passamos juntas, ou a
primeira viagem que fizemos, esses momentos que fazem com que nossas vidas ganhem
muito mais sentido.
O sábado passou tão rápido, provavelmente porque
estávamos nos divertindo. Com a ajuda da Paola, preparei um jantar com salada e
camarão, bem simples, mas bem saboroso, ela devorou tudo, como sempre. Depois
ficamos na sala, conversando, namorando, ouvindo música, e sentindo o calor da
lareira.
No domingo, me acordei um pouco mais cedo e
caprichei no café da manhã, coloquei tudo que eu sabia que a Paola gostava, até
pensei que tinha exagerado, mas não, porque ela estava comendo por duas, e duas
que comiam muito bem. Ela praticamente devorou o pote de geleia, só não fez
isso porque eu não deixei.
A Paola se divertiu muito, matando a saudades
que tinha de tocar piano, e de certa forma ela matava a saudades que eu tinha
em vê-la e ouvi-la tocar. Foi um fim de semana perfeito, esquecemos o mundo lá
fora... me impressionava com o quanto eramos cúmplices, com o quanto nos
bastava apenas a companhia uma da outra.
No começo da noite voltamos pra casa, e a Paola
chegou bem cansada, tomamos um banho quente, juntas, em um clima super gostoso
de romance, e trocamos muitas carícias antes de dormimos, pra acordar pra mais
uma semana de estudo e trabalho.
O tempo parecia estar
passando mais rápido, na quinta-feira daquela semana, minha mãe confirmou sua
chegada pra o sábado da próxima semana, e marcamos uma consulta para a Paola,
um dia antes da chegada da minha mãe, estávamos prestes a descobrir o sexo do
bebê.
Eu e o Pai da Paola conversávamos cada vez mais,
principalmente quando ela não estava por perto... ele sempre falava muito da
mulher, era notável o quanto ele à amava, e de certa forma era admirável que
depois de tantos anos ele ainda amasse tanto a mesma mulher, pensei que
gostaria de ser assim no futuro, ainda sentir meu coração bater forte pela
Paola, sentir que ela nunca deixou de ser parte de mim.
Conforme foi se aproximando o dia da consulta
com a obstetra, a ansiedade, tanto da Paola quanto à minha, aumentava. E um dia
antes da consulta, quase não dormimos, fazendo mil planos.
Fim de tarde de uma sexta-feira um pouco fria em
Madrid, passei pra pegar a Paola no trabalho, um pouco mais cedo que o de
costume, íamos a clínica, poucos minutos nos separavam de ter a confirmação do
sexo do bebê, e era visível a ansiedade entre nós duas.
Paola: - Acha mesmo que vai ser menina?
perguntou séria e eu sorri.
eu: - Acho.
Paola: - E se for menino?
continuei sorrindo.
eu: - Vai ser um menino lindo, e muito amado.
Chegamos na clínica, e a Médica nos cumprimentou
sorrindo.
Médica: - Então meninas, pronta pra ouvirem o
coração do bebê?
a Paola sorriu como boba.
eu: - Estamos pronta sim!
falei também sorrindo.
Médica: - Está nervosa
Paola?
perguntou a olhando, já deitada na cama.
Paola: - Só ansiosa.
Médica: - Então se acalma que a sua ansiosidade
vai acabar.
Ela preparou a Paola, e depois começou a
ultrassom... em silêncio, e na expectativa, eu a Paola olhávamos para a tela.
Foi quando ouvimos o coraçãozinho do bebê bater.
Médica: - Tá ouvindo coração do seu filho mãe?
A Paola, emocionada, não respondia a nada,
apenas chorava, e eu me segurei pra não fazer o mesmo. Em silêncio, senti uma
emoção, uma energia boa e inexplicável.
Médica: - Querem saber o sexo?
eu olhei pra Paola, que ainda chorava, com um
sorriso no rosto... um sorriso perfeito.
eu: - Queremos muito!
A médica sorriu com a minha empolgação.
Médica: - Você acha que é o que?
sorri dizendo...
eu: - Uma menina!
ela sorriu.
Médica: - Paola, você vai ter uma menininha!
Não aguentei a emoção, e chorei, beijando o
rosto da Paola e dizendo...
eu: - Sabia, vai ser uma princesinha, uma
menininha linda como você meu amor.
nos beijamos.
A médica nos olhava sorrindo, acho que uma sena
daquela não devia ser muito comum pra ela.
Paola: - Uma menina amor.
eu: - Nossa princesa Paola, nossa menina!
continuávamos emocionadas, nos beijando, entre
sorriso, e lágrimas de felicidades. Não sabia de onde vinha tanta emoção, mas
eu me sentia tão feliz, que era impossível conter as lágrimas.
Sai da sala e deixei a
Paola se arrumando, e a Médica veio falar comigo.
Médica: - Todo esse tempo, nunca senti tanta
emoção em uma consulta como hoje. Estou impressionada com o elo entre vocês
duas, agora entre vocês três.
ela disse sorrindo.
eu: - Eu também não pensei que fosse me
emocionar tanto.
falei ainda eufórica.
Médica: - Era como se você também estivesse
grávida.
sorri.
eu: - Nunca pensei desse jeito.
Médica: - Me admira a forma que você trata a
Paola, e que cuida dela, acho isso bonito, e essencial na gestação do bebê.
Nunca vi um pai emocionado como você ficou hoje, isso é um ensinamento pra mim.
eu: - Imagino que eu e a Paola não seguimos o
padrão de família que a senhora tem costume de acompanhar.
ela riu.
Médica: - Se eu dissesse que sim, estaria
mentindo. Mas posso dizer que vocês fogem o padrão de um jeito muito especial,
e comovente. Meus parabéns!
sorri.
eu: - Obrigada!
A Paola se aproximou.
Paola: - Com fome amor.
ela disse encostando a cabeça no meu ombro.
eu: - Vamos jantar, o que você quer comer?
Paola: - Arroz com queijo e peixe.
sorri.
eu: - Não faço a menos ideia de onde vamos
arrumar isso.
a médica acabou rindo também.
Paola: - Vamos dar um jeito?
ela perguntou me olhando com uma carinha fofa de
menina pidona.
sorri olhando pra médica e falei.
eu: - Viu só doutora, ela é sempre assim!
rimos.
Paola: - Sou nada.
disse brincando.
Nos despedimos da médica, e fomos à um
restaurante perto do trabalho da Paola, ela conhecia o dono, e certamente
conseguiria comer o que queria. Os desejos da Paola eram as vezes meio louco,
mas quando ela misturava as coisas no prato, parecia ser a refeição mais
deliciosa do mundo.
Durante o jantar fizemos
planos em relação ao enxoval da nossa menina, e também em prepara um quarto pra
ela. Agora que tínhamos certeza do sexo, podiamos fazer mil planos.
Depois do jantar, passamos no flat do pai da
Paola, e contamos sobre a menina, marcamos de comemorar no outro dia, com a
presença da minha mãe que estava vindo passar uns dias em Madrid.
Voltamos pra casa, e agora a comemoração era
nossa, com muito beijo, abraço e carinho debaixo dos lençóis.
Mais um dia em Madrid, mas
era um dia com um sabor especial para mim. No dia anterior tivemos a
confirmação de que o nosso bebê era de fato uma linda menininha.
Passamos uma noite linda, de muito carinho,
fizemos amor de um jeito especial, as duas tomadas por um sentimento bobo e
inexplicável de felicidade. Hoje minha mãe estava chegando do Brasil, e vindo
me presentear com sua presença.
Contei os minutos durante a manhã, a espera de
que as horas se passassem de forma mais rápida, e depois de almoçarmos, eu e a
Paola seguimos até o aeroporto. Aguardamos um pouco a mais do previsto, o vôo
estava atrasado. Mas um horas depois do horário, enfim, minha mãe nos encontrou
no saguão.
Ela parou, e ficou me olhando, e a Paola, um
pouco mais atrás de mim, ficou nos observando. Fui até minha mãe e a abracei.
Eu: - Que saudades da senhora Mãe!
Andréa: - Eu quem estava morrendo de saudades!
Nos olhamos.
Eu: - Estou tão feliz por a senhora ter vindo.
Disse pegando na mão dela.
Andréa: - Só estava esperando uma oportunidade
pra vir matar as saudades.
Ela olhou pra Paola.
Andréa: - Essa mocinha sorridente, é a Paola?!
Perguntou indo cumprimentá-la.
Eu: - É sim mãe.
Ela abraçou a Paola, as duas sorrindo.
Paola: - Muito prazer em conhecer-la dona
Andréa.
Andréa: - Prazer o todo meu, mas chama só de
Andréa.
Rimos.
A minha mãe me olhou, de braços dados com a
Paola.
Andréa: - Ela é ainda mais encantadora
pessoalmente.
Eu: - Muito mais!
A Paola ficou vermelha.
Andréa: - Olhando vocês
duas, vejo uma felicidade que se vê em poucos casais.
A Paola continuava vermelha.
Eu: - Somo felizes juntas mãe, e agora com a
Gabriela, vamos ser ainda mais felizes.
Andréa: - Gabriela?
Perguntou sem entender.
Paola: - É o nome da minha filha.
Explicou passando a mão na barriga.
Eu: - Nossa filha amor.
A Paola sorriu e corrigiu, dizendo “Nossa
filha”.
Andréa: - Então é mesmo uma menininha?
Eu: - Eu já sabia que seria. E ela vai ser...
Andréa: - ...Linda e ruiva como a mãe.
Disse me completando, e voltamos a rir.
Eu: - Acho que já falei isso alguma vez pra
senhora.
Andréa: - Algumas.
Rimos.
Andréa: - Vamos tomar um café, estou cansada, e
com sono, um café vai me
despertar.
Eu: - Vamos sim mãe.
Peguei o carrinho com as bagagens da minha mãe e
fomos pra um café, no aeroporto mesmo.
Nos sentamos e logo eu
comecei a perguntar sobre a vida no Brasil, como estavam as pessoas.
Eu: - E o tio Pedro, porque não veio?
Andréa: - Você sabe que fica difícil, tanto pra
mim como pro seu tio, tirar dois recessos no mesmo ano.
Eu: - Eu sei mãe. Mas ele tá bem?
Andréa: - Tá feliz, tá apaixonado.
Eu: - O tia tá namorando de novo?
Andréa:- Ele não me disse nada, mas eu imagino
que sim.
Eu: - E as meninas, minhas amigas. Você tem
notícia delas?
Andréa: - Não só tenho, como a Flávia teve lá em
casa e me deixou encarregada de trazer algumas cartas e lembranças pra você.
Eu: - Mesmo mãe?
Andréa: - Tá tudo na minha bolsa, depois ti
entrego.
Enquanto eu falava, minha mãe olhava a barriga
da Paola, então perguntei.
Eu: - O que a senhora tanto olha mãe?
Ela colocou a mão na barriga da Paola, e disse
olhando pra ela.
Andréa: - Filha, sua barriga tá linda, que Deus
abençoe vocês duas.
A Paola sorriu.
Paola: - Muito abrigada, sua filha cuida super
bem de mim.
Acabei rindo.
Eu: - Tenho que tomar conta, se não ela não come
direito, ou come só besteira.
Andréa: - Então você tem mesmo que cuidar dela.
Paola: -A Nayara tá exagerando, eu até que me
alimento direitinho.
Eu: - Isso porque eu fico encima de você meu
amor.
Rimos.
Depois do café, fomos pra casa. Minha mãe gostou das mudanças que
havíamos feito nos últimos tempos.
Andréa: - O apartamento tem o jeito de você
duas.